Ao começar a minha carreira acadêmica, em uma faculdade de comunicação, dando aulas de marketing, os alunos falaram que o nome "Flávio" era muito comum para um profissional de marketing. Batizaram-me de "Tio Flávio".
Achei divertido e pensei que aquela estória não teria vida longa e se acabaria no fim naquele semestre mesmo.
Talvez, naquela época, eu não tivesse noção da força de uma marca. O carinhoso apelido foi se consolidando a tal ponto que, além dos alunos, seus familiares também já me tratavam por “Tio Flávio”.
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